terça-feira, 24 de maio de 2011

Tecnologia X Metodologia

Este video nos mostra que não adianta inserir na prática pedagógica a tecnologia se continuarmos a agir como antes. É preciso rever a metodologia utilizada.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Uma história que é uma lição de vida

Ouvi ontem está história e resolvi apresentá-la, é uma lição de vida.
            Educação sem violência

            O Dr. Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do MK Gandhi Institute, contou a seguinte história sobre a vida sem violência, na forma da habilidade de seus pais, em uma palestra proferida em junho de 2002 na Universidade de Porto Rico.
" Eu tinha 16 anos e vivia com meus pais, na instituição que meu avô havia fundado, e que ficava a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul. Viviamos no interior, em meio aos canaviais, e não tinhamos vizinhos, por isso minhas irmãs e eu sempre ficávamos entusiasmados com a possibilidade de ir até a cidade para visitar os amigos ou ir ao cinema.
Certo dia meu pai pediu-me que o levasse até a cidade, onde participaria de uma conferênica durante o dia todo. Eu fiquei radiante com esta oportunidade. Como íamos até a cidade, minha mãe me deu uma lista de coisas que precisava do supermercado e, como passaríamos o dia todo, meu pais me pediu que tratasse de alguns assuntos pendentes, como levar o carro à oficina.
Quando me despedi de meu pais ele me disse:
" Nos vemos aqui, às 17 horas, e voltaremos para casa juntos".
Depois de cumprir todas as tarefas, fui até o cinema mais próximo. Distraí-me com o filme (um filme duplo de John Wayne) que esqueci da hora. Quando me dei conta eram 17horas e 30 minutos. Corri até a oficina, peguei o carro e apressei-me a buscar meu pai. Eram quase 6 horas. Ele me perguntou ansioso:
" Porque chegou tão tarde?
Eu me sentia mal pelo ocorrido, e não tive coragem de dizer que estava vendo um filme de John Wayne. Então, lhe disse que o carro não ficara pronto, e que tivera que esperar. O que eu não sabia era que ele já havia telefonado para a oficina. Ao perceber que eu estava mentindo, disse-me:
"Algo não está certo no modo como o tenho criado, porque você não teve coragem de me dizer a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado a você. Caminharei as 18 milhas até nossa casa para pensar sobre isso".
Assim vestido em suas melhores roupas e calçando sapatos elegantes, começou a caminhar para casa pela estrada de terra sem iluminação. Não pude deixá-lo

sozinho... Guiei por 5 horas e meia atrás dele... Vendo meu pai sofrer por causa de uma mentira estúpida que eu havia dito.
Decidi ali mesmo que nunca mais mentiria.
Muitas vezes me lembro deste episódio e penso: " Se ele tivesse me castigado  da maneira como nós castigamos nossos filhos, será que teria aprendido a lição? Não, não creio. Teria sofrido o castigo e continuaria fazendo o mesmo. Mas esta ação não-violenta foi tão forte que ficou impressa na memória como se fosse ontem.".

Precisamos refletir sobre nossas ações porque somos exemplo para as crianças e adolescentes.
Nossas ações servem de exemplo para eles.
Violência gera violência, não conduzindo ao aprendizado.

Essa mensagem nos mostra que uma ação diferenciada surtiu mais efeito do que uma surra. Pensemos nisso.

Livro O menino que aprendeu a ver




O menino que aprendeu a ver

Educação é vida

Aprender a ver

Como é maravilhoso o processo de aprendizagem da leitura. A história "O menino que aprendeu a ver" de Ruth Rocha mostra um menino no processo inicial de aprendizagem que, primeiramente, via somente figuras e depois passou a identificar as letras aprendidas na escola. É muito interessante como essa história retrata o processo inicial de aprendizagem da leitura.

Atitudes do professor

O professor precisa repensar suas atitudes. Ele é modelo para seus alunos.
Alguns professores tem atitudes que não condizem com as cobranças que fazem a seus alunos. Querem que os alunos mantenham a sala limpa, mas os educadores  ao estar em locais diversificados agem de maneiras equivocadas, deixando papéis pelo chão ou copinhos descartáveis em qualquer lugar.
O professor também é modelo enquanto escritor, se escreve errado seus alunos também o farão. Ele é modelo observado por toda comunidade escolar, precisa rever sua escrita para não cometer erros ortográficos, de concordância.
Lembremos: Somos exemplo para os alunos.